A educação financeira tem se tornado um tema cada vez mais relevante para empresas, consumidores e para o próprio varejo. Dados recentes mostram um endividamento crescente dos brasileiros.
Por isso, entender como as pessoas utilizam as diferentes modalidades financeiras é essencial para estruturar caminhos mais sustentáveis para a compra.
As modalidades que mais concentram dívidas no Brasil
O levantamento da empresa Recovery, divulgado em março pelo G1, mostra que algumas modalidades de crédito concentram grande parte das dívidas dos brasileiros. Entre elas, três se destacam: cartão de crédito, empréstimos pessoais e cheque especial.
O cartão de crédito lidera o ranking com folga. Em 2025, cerca de 19 milhões de pessoas possuíam dívidas nessa modalidade, considerando uma base de 34 milhões de pessoas administradas pela empresa Recovery.
Já as dívidas ligadas a empréstimos e cheque especial cresceram cerca de 7% no último ano, passando de 12,7 para 13,5 milhões de registros.
Um país com alto nível de endividamento
O aumento das dívidas também precisa ser analisado dentro de um contexto mais amplo. O crédito está presente no dia a dia das famílias e seu uso inadequado pode gerar grandes impactos financeiros.
A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), da Confederação Nacional do Comércio (CNC), apontou que 79,5% das famílias brasileiras possuem algum tipo de dívida, o maior índice da série histórica.
Além disso, dados do Serasa indicam que o país já ultrapassou 73 milhões de consumidores inadimplentes, o que representa uma parcela significativa da população adulta.
Educação financeira como estratégia para o varejo
O debate sobre educação financeira, muitas das vezes, é focado apenas no consumidor. Porém, o varejo também desempenha um papel importante nesse processo.
Empresas que oferecem crédito precisam considerar a simplificação do acesso ao consumo e que esse seja sustentável. Quando não há critérios adequados ou uma avaliação consistente da capacidade de pagamento, o resultado é o aumento da inadimplência.
Por outro lado, quando existem ferramentas adequadas de análise de gestão, o crédito se transforma em um poderoso impulsionador de vendas.
O papel da tecnologia e o crédito responsável
Soluções baseadas em inteligência de crédito e antifraude, como o MultiCrediário, permitem avaliar consumidores de forma mais precisa, considerando diferentes variáveis e reduzindo riscos para as empresas.
Esse tipo de estratégia ajuda o varejo a encontrar o equilíbrio ao estimular o consumo sem comprometer a saúde financeira do cliente.
O resultado é um ciclo de compra mais sustentável para todos. Consumidores adquirem mais consciência financeira e os negócios obtêm uma gestão mais responsável e segura no longo prazo.
A busca por crédito no Brasil cresceu no início de 2026, trazendo um dado importante para o varejo. Segundo o indicador da CNDL e do SPC Brasil, a busca por crédito cresceu 3,51% em janeiro de 2026 comparado ao mesmo mês de 2025. Já na virada de dezembro para janeiro, o salto foi de 6,58%. No entanto, o que parece ser uma oportunidade esbarra em um gargalo: a dificuldade de efetivação.
Embora a busca por crédito no Brasil esteja em alta, apenas 6,35% dos consumidores conseguem de fato contratar o serviço. Desse grupo, a esmagadora maioria (97,39%) recorre a empréstimos e financiamentos, modalidades que servem muitas vezes apenas para tapar buracos no orçamento doméstico.
Leia também: Soluções personalizadas em inteligência analítica: impulsionando o sucesso dos negócios
O mercado está travado
O presidente da CNDL, José César da Costa, alerta que o cenário é de um “mercado travado”. Para ele, há demanda, mas com baixa qualidade e alto risco. Isso acontece porque o crédito bancário tradicional está caro e inacessível para boa parte da população, especialmente no Sudeste, que concentra 46,16% das consultas.
Já Roque Pellizzaro Júnior, presidente do SPC Brasil, reforça que o acesso ao crédito é o motor do consumo, mas exige responsabilidade. Quando o sistema financeiro tradicional se torna muito restritivo, o impacto social é profundo, travando o dinamismo da nossa economia.
Crie alternativas para quem quer comprar
Para o lojista, depender desse “sistema travado” significa ver o cliente entrar na loja e sair de mãos vazias. É necessário oferecer caminhos que fujam dos juros elevados dos empréstimos e da rigidez dos grandes bancos.
Linhas de crédito como o MultiCreditário e o PayCheck surgem como a solução ideal. Elas permitem que o consumidor planeje suas compras sem comprometer o limite do cartão ou entrar no rotativo bancário.
A MultiCrédito entende que democratizar o crédito é o caminho para o crescimento do país. Por isso, somos uma plataforma que conecta sua empresa a esses consumidores de forma segura. Oferecer opções inteligentes é o que vai diferenciar sua loja da concorrência.
Confira os dados do indicador na íntegra pelo link.
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A cobrança de dívida prescrita está no centro de uma discussão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que pode mudar a forma como o varejo recupera valores em aberto. A corte avalia se a cobrança extrajudicial ainda é legítima para dívidas com mais de cinco anos.
O entendimento aponta para a proibição de empresas realizarem esse tipo de abordagem, exigindo o pagamento por meio de telefonemas, e-mails, mensagens de WhatsApp, contato com familiares ou no ambiente de trabalho, como também a negativação do nome do consumidor. O Tema 1264 segue em análise no STJ e ainda aguarda definição.
Segundo a apuração da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC), o percentual de famílias brasileiras endividadas atingiu 79,5% em janeiro de 2026, número que repete o maior patamar da série histórica da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), alcançado em outubro de 2025.
Se o entendimento pela proibição for confirmado, o impacto para empresas que trabalham com crédito, principalmente no varejo, pode ser significativo. Na prática, isso significa:
• Redução das possibilidades de recuperação de valores antigos;
• Maior exposição ao risco em carteiras de crédito;
• Necessidade de revisão nas políticas de concessão;
• Pressão maior sobre margens no varejo.
Além disso, mesmo que a dívida continue existindo, a cobrança considerada indevida poderá gerar indenização por danos morais.
Para um setor que depende fortemente de vendas parceladas, carnês de crediário próprio, a decisão reforça um ponto essencial: o risco precisa ser tratado antes da venda, não depois.
Se a cobrança após a prescrição deixa de ser uma alternativa, o caminho mais seguro passa a ser reforçar a análise antes de aprovar o crédito.
É exatamente aí que a Multicrédito faz a diferença. Atuamos como uma plataforma inovadora de inteligência de crédito que oferece soluções de análise de crédito, gestão e prevenção à fraude para todos os processos de tomada de decisão.
O PayCheck, por exemplo, contribui para uma avaliação mais consistente do perfil do consumidor, ajudando o lojista a decidir com mais segurança. Já o MultiCrediário organiza as vendas parceladas com mais previsibilidade e controle, equilibrando crescimento e responsabilidade.
Essa nova decisão do STJ evidencia uma transformação importante no mercado de crédito. O movimento do Judiciário indica um ambiente cada vez mais rigoroso quanto às práticas de recuperação.
Portanto, empresas que estruturam sua política de crédito com inteligência, tecnologia e critérios bem definidos tendem a operar com mais estabilidade.
No fim das contas, antecipar o risco deixou de ser apenas uma opção estratégica para se tornar uma regra de sobrevivência. Para o varejo, ter uma concessão de crédito segura é um verdadeiro diferencial competitivo, tanto comercial, quanto jurídico e financeiro.
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O início de 2026 trouxe um dado importante para o varejo. Segundo o indicador da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, a busca por crédito cresceu 3,51% em janeiro de 2026 comparado ao mesmo mês de 2025. Já na virada de dezembro para janeiro, o salto foi de 6,58%. No entanto, o que parece ser uma oportunidade esbarra em um gargalo: a dificuldade de efetivação.
Embora o brasileiro esteja procurando mais recursos, apenas 6,35% conseguem de fato contratar o serviço. Desse grupo, a esmagadora maioria (97,39%) recorre a empréstimos e financiamentos, modalidades que servem muitas vezes apenas para tapar buracos no orçamento doméstico.
O presidente da CNDL, José César da Costa, alerta que o cenário é de um “mercado travado”. Para ele, há demanda, mas com baixa qualidade e alto risco. Isso acontece porque o crédito bancário tradicional está caro e inacessível para boa parte da população, especialmente no Sudeste, que concentra 46,16% das consultas.
Já Roque Pellizzaro Júnior, presidente do SPC Brasil, reforça que o acesso ao crédito é o motor do consumo, mas exige responsabilidade. Quando o sistema financeiro tradicional se torna muito restritivo, o impacto social é profundo, travando o dinamismo da nossa economia.
Para o lojista, depender desse “sistema travado” significa ver o cliente entrar na loja e sair de mãos vazias. É necessário oferecer caminhos que fujam dos juros elevados dos empréstimos e da rigidez dos grandes bancos.
Linhas de crédito como o MultiCreditário e o PayCheck surgem como a solução ideal. Elas permitem que o consumidor planeje suas compras sem comprometer o limite do cartão ou entrar no rotativo bancário.
A MultiCrédito entende que democratizar o crédito é o caminho para o crescimento do país. Por isso, somos uma plataforma que conecta sua empresa a esses consumidores de forma segura. Oferecer opções inteligentes é o que vai diferenciar sua loja da concorrência.
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